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“Não havia a ser feito diferente”, afirma médico brasileiro que examinou Gugu

“Existia um diagnóstico e a família tinha certas inseguranças, certas dúvidas”



A programação deste domingo (24) na Record Tv é dedicada ao apresentador Gugu Liberato, que teve a morte confirmada na sexta-feira (22) após um acidente em casa, em Orlando, nos Estados Unidos. Quem foi entrevistado pela emissora foi o neurocirurgião brasileiro Guilherme Lepski. Ele foi chamado pela família e analisou o caso de Gugu. Segundo o médico, não havia nenhum procedimento diferente a ser feito.

“Muitas vezes o processo de doença e óbito acontece tão rápido, como no caso do Gugu, que deixa toda a família e pessoas ao redor, estupefatas, atordoadas. Nesse sentido que eu cheguei. Existia um diagnóstico e a família tinha certas inseguranças, certas dúvidas, por um motivo ou outro, apesar do atendimento ter sido impecável, algumas questões ficaram abertas e a família, no pleno direito, sentiu a necessidade de ter uma segunda opinião. Saber se algo poderia ser feito, ser reversível. É um diagnóstico muito difícil. Há toda uma estrutura para dar esse diagnóstico. Tá sendo difícil pra eles, que tem uma família tão unida”, afirmou Guilherme.

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Ele esclareceu que não era médico do apresentador e foi chamado pelo cardiologsta, que atende a família há cerca de 20 anos:

“Fui convocado pelo cardiologista da família há mais de 20 anos. Curioso que o Gugu tinha uma consulta na semana que vem de check-up. Mas a vida é frágil, a natureza prega umas surpresas. Não há o que criticar. Examinando com cuidado os exames posso concluir com segurança que não havia o que ser feito diferente. Foi uma evolução muito rápida, muito surpreendente. Inimaginável”.

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