Após ataque que matou general do Irã, internautas falam sobre 3ª guerra e exigem silêncio de Bolsonaro

A hashtag “Bolsonaro Fica Quieto”, virou o terceiro assunto mais falado no Twitter. Nas postagens, brasileiros solicitam o silêncio do presidente sobre a Terceira Guerra, para que o país não esteja diretamente envolvido
O principal comandante militar do Irã, o general Qassim Suleimani, morreu após um ataque realizado pelos Estados Unidos, no aeroporto de Bagdá, capital do Iraque, na madrugada desta sexta-feira (3, sendo noite de quinta, 2, no Brasil).
Em comunicado, o governo americano confirmou a autoria do ataque e afirmou ter sido autorizado pessoalmente pelo presidente Donald Trump.
O militar, que estava há 20 anos à frente da força Quds, era braço de elite da Guarda Revolucionária do Irã, responsável pelas operações secretas no exterior, considerado o principal chefe militar do país.
Para Washington, estado dos EUA, Qassim Suleimani era o responsável pela morte de 700 militares do país do redor do mundo nos últimos anos, após idealizar as estratégias iranianas, apoiando milícias no Iraque e na Síria contra as tropas americanas.
O presidente do Irã, Hassan Rouhani, e o ministro de defesa prometeram que o país vai se vingar da morte do general.
Após o ataque, Trump publicou no Twitter uma foto da bandeira dos Estados Unidos. Posteriormente, internautas começaram a falar sobre uma tensão entre os países, citando a possibilidade de haver uma Terceira Guerra Mundial.

 O tema virou o segundo mais comentado da rede social, estando atrás somente do assunto “Trump”. Após a repercussão, o presidente dos EUA publicou: “O Irã nunca venceu uma guerra, mas nunca perdeu uma negociação!”, escreveu.

Com o ocorrido, os internautas comentaram sobre a relação de Trump com Bolsonaro, e lembraram da aliança que tem sido estabelecida entre os países. Com isso, a hashtag “Bolsonaro Fica Quieto”, virou o terceiro assunto mais falado no Twitter. Nas postagens, brasileiros solicitam o silêncio do presidente sobre a Terceira Guerra, para que o país não esteja diretamente envolvido.

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