Sergio Moro e Lula lideram lista dos mais confiáveis do Brasil; Bolsonaro aparece em terceiro lugar



Jair Bolsonaro, Luciano Huck e Hamilton Mourão também aparecem na lista

O ex-juiz federal e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, está no topo da lista dos políticos mais confiáveis do Brasil, com 33% de notas 9 e 10, segundo pesquisa divulgada neste domingo (5) pelo Datafolha. Em segundo lugar vem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve 30%.

Os entrevistados foram questionados sobre a confiabilidade de nomes cogitados como possíveis candidatos nas eleições de 2022 e precisaram atribuir notas às personalidades. As notas até 5 são consideradas baixo índice de confiança, de 6 a 8, médio, e 9 e 10, alto.

Desta forma, Lula e Moro estariam empatados dentro da margem de erro, mas o ex-presidente apresentou índices piores de média e baixa confiabilidade.

Em terceiro lugar vem o atual presidente, Jair Bolsonaro, com 22% de alta confiança, empatado técnicamente com o apresentador Luciano Huck, que pontuou 21%. Ambos registraram 22% de média confiança e 55% de baixa.

Em seguida aparece o vice-presidente Hamilton Mourão, com 12% de confiança alta, 21% de média e 11% de baixa. Ele resgistrou mais credibilidade que o pedetista Ciro Gomes, que registrou 11% de alta confiança, 22% de média e 64% de baixa.

Além deles aparecem na lista também o ex-presidente Feranndo Henrique Cardoso, com 10% de alta confiança, 21% média e 67% baixa. Marina Silva com 9% de alta confiança, 23% média e 65% baixa. O governador de São Paulo teve 7% alta, 20% média e 69% baixa. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, teve 7% alta, 18% média e 70% baixa.

Manuela D’Ávila, que disputou a vice-presidência nas eleições de 2018 na chapa do petista Fernando Haddad, teve 7% alta confiança, 17% média e 70% baixa. Por fim, o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, teve 3% alta confiança, 14% média e 73% baixa.

Segundo o Datafolha, não foram mensuradas a intenção de votos dos entrevistados. O ex-presidente Lula registrou melhores resultados entre os menos escolarizados, mais pobres, desempregados, trabalhadores informais, moradores do Nordeste e entre os que se julgam de esquerda.

Já o ministro Moro saiu melhor entre homens, os mais velhos, mais ricos, habitantes da região Sul e os que se auto classificam como direitistas no espectro político.

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