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20 de março de 2020

Estudo descarta hipótese de que novo coronavírus tenha sido criado em laboratório; confira

Estudo descarta hipótese de que novo coronavírus tenha sido criado em laboratório; confira
Desde que o novo coronavírus começou a se espalhar pelo mundo, diversas teorias da conspiração foram criadas. As principais dizem que a China criou o vírus intencionalmente. Situação que, inclusive, gerou uma 'crise diplomática' entre brasileiros e chineses. Porém, um estudo (assinado por americanos, britânicos e australianos) publicado na revista Nature Medicine afirma que a mutação surgiu como resultado da evolução natural.
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De acordo com matéria publicada, nesta última quinta-feira (19/3), no jornal britânico The Telegraph, para chegar a essa conclusão, pesquisadores analisaram a sequência do genoma e encontraram fortes evidências da naturalidade da evolução, provavelmente em morcegos ou pangolins, mamífero consumido ilegalmente na China e que possui suas escamas usadas com fim medicinais.
"Nossas análises mostram claramente que o SARS-CoV-2 não é uma construção de laboratório ou um vírus propositalmente manipulado”, concluiu o relatório. A equipe analisou dois elementos da proteína usada pelo vírus para invadir e se prender nas células humanas e animais. Foi descoberto que certas características são tão eficazes na ligação que só podem ser resultadas da seleção natural.
Se alguém quisesse criar um patógeno para o coronavírus, teria usado a espinha dorsal de um vírus existente e conhecido por desencadear doenças em seres humanos, segundo os pesquisadores. No entanto, a estrutura do SARS-CoV-2 se “diferencia substancialmente” dos outros seis tipos de coronavírus conhecidos por infectar pessoas.
“Ao comparar os dados da sequência do genoma disponíveis para cepas conhecidas de coronavírus, podemos determinar com firmeza que o SARS-CoV-2 se originou através de processos naturais”, afirmou Kristian Andersen, principal autor do artigo.
“Esta é uma pesquisa importante porque a desinformação pode prejudicar a resposta”, destacou a doutora Josie Golding, líder em epidemias da Wellcome. “Espero que isso tenha um efeito positivo para dissipar os mitos e colocar a confiança de volta em evidências científicas fortes”, acrescentou.

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